Estêvão foi o primeiro cristão a sofrer o martírio por causa de sua fé em Jesus Cristo. Cheio do Espírito Santo e comprometido com a verdade do Evangelho, ele anunciou a mensagem de Cristo sem se intimidar diante da oposição.
Sua fidelidade lhe custou a própria vida. Enquanto era apedrejado, Estêvão teve uma atitude que marcou para sempre a história da Igreja: em vez de pedir vingança, pediu misericórdia.
Assim como Jesus na cruz orou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem", Estêvão clamou: "Senhor, não lhes atribuas este pecado."
Estevão refletiu o caráter do Mestre até seus últimos momentos. Aqueles que o feriam receberam dele uma oração de perdão e misericória.
A história de Estêvão nos lembra que seguir a Cristo nunca foi um caminho de popularidade. O Evangelho é como uma espada de dois gumes: consola os que recebem a verdade, mas confronta aqueles que rejeitam a vontade de Deus. Por isso, todo cristão está sujeito à perseguição, seja por meio de rejeição, zombaria ou até mesmo violência.
Mesmo assim, somos chamados a permanecer firmes, respondendo ao ódio com amor, à perseguição com fidelidade e à injustiça com graça.
Estêvão foi um de nós: um servo de Cristo que mostrou ao mundo que a verdadeira vitória não está em preservar a própria vida, mas em permanecer fiel ao Senhor até o fim.
O Exemplo que Inspira
Mesmo diante da morte, Estêvão não negou sua fé. Seus olhos estavam fixos em Cristo e sua confiança não dependia das circunstâncias.
Seu testemunho nos ensina que:
- A fidelidade a Deus vale mais do que a aprovação dos homens.
- O Evangelho deve ser anunciado com coragem e amor.
- A perseguição não é sinal de abandono de Deus.
- Cristo fortalece aqueles que permanecem firmes até o fim.
- O perdão deve ser praticado mesmo diante das maiores injustiças.
Graça e Paz do Senhor Jesus.
Laís.
